Um causo desses de roça bem no meio da cidade grande...
" Então disse o matuto ao senhor engravatado em terno de grife, na espera do seu belo automóvel importado:
- O sinhô parece um homi bem sucedido tipo dos que tem de tudo nessa vida, mai me diga aqui uma coisa: o sinhô já fez sua mulhé gozá?
(...)"
Rodapé: O matuto certamente saberia como certificar o ocorrido, mas talvez não venha ao caso contar aqui essa parte do causo. O negócio é que o dinheiro não consegue dar conta da franqueza, nem se igualar aos bons e velhos prazeres da vida...
Humm!
ResponderExcluirPenélope Martins, Penélope Martins.
Golpe baixo não pode...
para alguns pode ser de mal gosto, para outros até mesmo vulgar, mas o que me impressiona é como estancamos diante de algo tão honesto.
ResponderExcluirabraço ao anônimo,
Acho que a culpa é de vocês mulheres!
ResponderExcluirJá que falamos de honestidade.
Muitas de vocês são "tapadas" junta-se a um bruto... não vai dar outra coisa...
Abç
??
ResponderExcluirnão entendi a relação com o post, mas fica aqui sua opinião respeitada.
Engraçado que na primeira leitura, sem o rodapé, o sentido foi completamente diverso. De como o ser humano consegue ser mesquinho, para esconder suas próprias chagas querendo atacar o que lhe parece, de alguma maneira, perfeito. Sem o rodapé, é um causo sobre despeito.
ResponderExcluirCom o rodapé, claro que o sentido que quis dar mudou completamente. Não sei muito bem se o matuto quer ser franco, realmente. Mas vá lá, que seja; o personagem é seu, e faz exatamente o que você quer! :)
Abs Martin
olha Martin, sei não, talvez aqui a franqueza também flerte com certo despeito... abraços, pmartins
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