chuva fria
chuva fina
chuva tanta
chuva mantra
Cartas de Amor
confissões desajustadas, impressões desconectadas, poesias deslocadas, o que não é
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
poeminha que não sabe ser
queria ser toda para ti
mas para tal era assim
antes necessário
separar-me de mim
e não ser nada além
do reflexo do desejo.
então melhor ser
mesmo insatisfeito
afinal é mesmo
só eu uma fatia
que na fusão
confusa e descrente
faz vencer o melhor
dos nossos dois mundos
sempre diferentes.
mas para tal era assim
antes necessário
separar-me de mim
e não ser nada além
do reflexo do desejo.
então melhor ser
mesmo insatisfeito
afinal é mesmo
só eu uma fatia
que na fusão
confusa e descrente
faz vencer o melhor
dos nossos dois mundos
sempre diferentes.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Canteirinhos de Flores que plantei
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
experimentar a vida
Azeite e Alecrim, porções generosas na cozinha
Aqui o link da estréia na Revista Pastilhas Coloridas. Que ao sabor seja adicionada a boa companhia, sempre.
Aqui o link da estréia na Revista Pastilhas Coloridas. Que ao sabor seja adicionada a boa companhia, sempre.
domingo, 15 de janeiro de 2012
misturinhas na cozinha
Não, não sou excelente cozinheira. Faço algumas coisas e tenho verdadeiro prazer em servir. Mas é certo dizer que na minha cozinha, os adjetivos transbordam e os substantivos são alquímicos.
Então o pessoal da Revista Pastilhas Coloridas resolveu fazer uma ponte até a cozinha aqui de casa e, a partir de sexta passada lançamos a coluna "Azeite e Alecrim" para poetizar receitinhas fáceis e charmosas.
Bom apetite!
Alecrim e Azeite - culinária do afeto e da simplicidade
Então o pessoal da Revista Pastilhas Coloridas resolveu fazer uma ponte até a cozinha aqui de casa e, a partir de sexta passada lançamos a coluna "Azeite e Alecrim" para poetizar receitinhas fáceis e charmosas.
Bom apetite!
Alecrim e Azeite - culinária do afeto e da simplicidade
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
o dilúvio, o hipopótamo e o automóvel
As águas cercavam o lugar todo e a caminhoneta virou sobre Apolo, para total desespero do seu amigo Otacílio Ramos da Silveira.
- Ajudem-me a salvar meu hipopótamo! Ajudem-me por favor!
Apolo estava preso sob a caçamba do automóvel, apenas deixando as grandes narinas para fora do aguaceiro.
Eu avistava a cena de uma parte alta da vila e de lá fiz sinal para Otacílio parar de gritar. Logo ele entendeu minha mensagem e mudou seu pedido de socorro:
- Ajudem-me a salvar a caminhoneta! Vamos, estou perdendo meu automóvel!
Todos correram para prestar auxílio e, por fim, conseguiram êxito na tarefa.
Apolo escorregou para fora e Otacílio lembrou de me agradecer com afetuoso olhar.
Pensei comigo que aquilo era uma prova irrefutável de ignorância e desdém, mas a alegria de ver Apolo livre acabou com meu pesadelo filosófico.
- Ajudem-me a salvar meu hipopótamo! Ajudem-me por favor!
Apolo estava preso sob a caçamba do automóvel, apenas deixando as grandes narinas para fora do aguaceiro.
Eu avistava a cena de uma parte alta da vila e de lá fiz sinal para Otacílio parar de gritar. Logo ele entendeu minha mensagem e mudou seu pedido de socorro:
- Ajudem-me a salvar a caminhoneta! Vamos, estou perdendo meu automóvel!
Todos correram para prestar auxílio e, por fim, conseguiram êxito na tarefa.
Apolo escorregou para fora e Otacílio lembrou de me agradecer com afetuoso olhar.
Pensei comigo que aquilo era uma prova irrefutável de ignorância e desdém, mas a alegria de ver Apolo livre acabou com meu pesadelo filosófico.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
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